O espírito científico é essencialmente uma retificação do saber, um alargamento do quadro do conhecimento, onde pela didática da super- ação a ciência aceita o desafio de instituir novos percursos.
domingo, 1 de janeiro de 2012
sábado, 31 de dezembro de 2011
Desconexão… Olafur Eliasson
“MUITAS PESSOAS VÊEM O ESPAÇO URBANO COMO UMA IMAGEM EXTERNA COM A QUAL ELES NÃO TEM MENOR CONEXÃO, NEM MESMO FÍSICA.” (Olafur Eliasson)
O artista dinamarquês Olafur Eliasson colocou cachoeiras no centro de Nova York e tingiu de verde um rio de Estocolmo. Seu objetivo: fazer com que o cenário urbano volte a ser percebido pelos moradores dos grandes centros (texto retirado da revista Bravo: Ensaio sobre cegueira)
INHOTIM – Minas Gerais: Olafur Eliasson, By Means of a Sudden Intuitive Realization, 1996, Iglu de fibra de vidro, água, iluminação estroboscópica, bomba d’água e plástico, 300 x 510 cm, foto Eduardo Eckenfels
Copenhague, Dinamarca, 1967; vive em Berlim
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
ARÍETE
by dicionário Houaiss da Lingua Portuguesa:
Datação
c1539 JCasD 135
Acepções
■ substantivo masculino
1 Rubrica: armamento. Diacronismo: antigo.
máquina de guerra com que se derrubavam as muralhas ou as portas das cidades sitiadas
2 Rubrica: termo de marinha.
saliência reforçada da roda de proa de um navio, us. para avariar o casco da embarcação inimiga nas obras vivas; esporão [Muito comum na Antigüidade e na segunda metade do sXIX, nas táticas de abalroamento.]
Locuções
a. hidráulico
Rubrica: engenharia mecânica.
máquina de elevar a água e que tem por princípio construtivo a força viva da própria água; carneiro
Etimologia
lat. arìes,ètis 'carneiro' pelo nom., p.ext., pelo ac., 'máquina de guerra para derrubar muros, tronco de madeira, escora'
Integração ;) by Merleau-Ponty
“Eu percebo de uma maneira indivisa com meu ser total, eu apreendo uma estrutura única da coisas, uma maneira única de existir que fale ao mesmo tempo a todos os meus sentidos.” (Merleau-Ponty, Sens et non-sense, p.101)
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Notas sobre o Naturalismo
Do ponto de vista epistemologia naturalizada, o naturalismo pode ser reduzido às seguinstes posições:
- A exigência de um método para o conhecimento científico, o qual deve restringir-se aos fenômenos naturais;
- O realismo da entidades naturais e rejeição do dualismo;
- O carátera priori dos princípios epistemológicos e metodológicos; a aceitação da teoria causal do conhecimento;
- A aceitação do psicologismo da consciência e a idéia da consciência como processo natural, admitindo-se a continuidade natural entre o homem e outra espécies animais;
- A idéia do falibilismo do conhecimento, em teoria do conhecimento;
- O reducionismo epistemológico ou ontológico.
José de Carvalho Sombra (no livro A Subjetividade Corpórea, página 38)
Sujeito-corpo do Merleau-Ponty
(Pode ser chamdo também de Consciência Perceptiva)
SUJEITO-CORPO: “O corpo agindo como sujeito de percepção e como corpo cognoscente. O corpo próprio, tal como eu existo e o reconheço como meu corpo, o corpo que eu vivo, que eu sou e que eu tenho, o qual se conduz como sujeito agente dos meus desejos, intenções e movimentos. Dessa maneira, minha consciência invade todo o meu corpo, com ele se mistura e confunde. Este corpo-sujeito não é apenas depositário ou instrumento de uma vida psíquica; ele é o meio de expressar esses sentimentos e ter acesso a eles; em suma, ele tem poder de significação ou de expressão que lhe é próprio, o que lhe confere uma interioridade e um significado. Esse poder de significar recobre sua atividade, em particular, a linguagem, a gestualidade, o desejo, a motricidade e a sexualidade. Esse modo de existir singular, ambíguo e enigmático do corpo próprio é irredutível à coisa extensa e exterior, e é anterior à atividade reflexiva e representativa. “
(Sombra, José de Carvalho, A Subjetividade Corpórea: a naturalização da subjetividade na filosofia de Merleau-Ponty, 2006, p.25).
“eu vejo, percebo e dele faço parte. Um ser de latência e de divisão, pré-reflexivo e selvagem, anterior a todas as separações e representações do pensamento filosófico e cientírico, com o qual o corpo relfexivo forma um entrelaçamento (entrelaço e quiasma) com o mundo.
(Sombra, José de Carvalho, A Subjetividade Corpórea: a naturalização da subjetividade na filosofia de Merleau-Ponty, 2006, p.27).
NOTA DO YIUKI: O corpo-sujeito do Merleau-Ponty vai de contra a que ele denomina de:
- Humanismo: “O subjetivismo filosófico (ou idealismo) que permite ao sujeito apropriar-se da realidade exterior, convertendo as coisas e o mundo em representações ou idéias” José de Carvalho Sombra (no livro A Subjetividade Corpórea, página 45)
- Positivismo : “objetivismo científico que confere ao objeto a capacidade de exercer sobre o sujeito sua ação causal, cujo resultado é a presença do exterior na consciência, por meio das sensações.” José de Carvalho Sombra (no livro A Subjetividade Corpórea, página 46)