Certa vez, um monge queimou o seu dedo e um de seus discípulos, preocupado, perguntou: – Esta doendo? E o monge respondeu: – Aquilo que a mente aceita, não dói.
(autor desconhecido)
Certa vez, um monge queimou o seu dedo e um de seus discípulos, preocupado, perguntou: – Esta doendo? E o monge respondeu: – Aquilo que a mente aceita, não dói.
(autor desconhecido)
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mar nele é que espelhou o céu.
Fernando Pessoa