“Descondicionando o corpo, mantendo independente e natural a respiração, passificada as emoções, vazia a mente. Complenderás que arte do poder interno é a arte de viver.”
quinta-feira, 17 de junho de 2010
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Silêncio – Sérgio Fingermman
Se nos calarmos, outros ruídos começam.
Às vezes, eu me calo, pois as palavras nos
Tornam surdos de cegos.
Eu me dou conta de que a cada ano tenho
Falado mais baixo, mais lentamente.
As pausas tem sido mais longas entre as
Palavras, as frases, as silabas.
O silêncio dá significado às palavras, às imagens.
Foi sempre assim?
Como isso se passava em outros tempos?
Desde quando o tempo fez-se espaço?
O silêncio faz um lugar?
Que escadas, que andaimes constroem o silêncio?
Onde o silêncio principia?
Onde ele começa é claro ou escuro?
É no silêncio que se ouvem as vozes dos deuses?
Que lugar faz o silêncio?
Poesia anotado na exposição “Elogio ao Silêncio – e outras fábulas” do Sergio Fingermann no MON, dia 01/11/2009. Yiuki
Site oficial: http://www.sergiofingermann.com.br/
domingo, 1 de novembro de 2009
Silêncio - Sergio Fingermman
Há chamados do silêncio.
Há sentimentos que vem de lá
Ou, então, são feitos ali.
No silêncio pensamos sem palavras.
Sergio Fingermann
Poesia anotado na exposição “Elogio ao Silêncio – e outras fábulas” do Sergio Fingermann no MON, dia 01/11/2009. Yiuki
Site oficial: http://www.sergiofingermann.com.br/