Espaço para desvanecer a cada instante. Aqui se encontram textos, imagens e gráficos de vários autores. Sempre precisei colecionar o que eu chamo de figurinhas mágicas. São cartas que abrem novos horizontes e paisagens. Então, boa viagem ;)

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Os hobbies - Michel Echenique Isasa

O que há de mais parecido com a vocação são os hobbies. Por definição hobbie é uma atividade que fazemos porque queremos, porque gostamos e porque a fazemos bem. A vocação não é muito diferente, é só acrescentar que é uma atividade profissional. Mas isso é apenas circunstancial, pois essencialmente a condição de um hobbie e de uma vocação é a mesma. Tanto é assim que um hobbie pode se tornar vocação e vice-versa. É muito comum constatar que pessoas que acharam sua vocação na vida antes de realizá-la como uma atividade profissional já a desenvolviam como um hobbie. Portanto, para quem ainda não achou sua vocação este método é perfeitamente válido.

A atual condição profissional ou de trabalho é geralmente muito estressante e o que é pior com muita pouca satisfação. Trabalhamos compulsoriamente, por uma necessidade que nem sempre é verdadeira, muitas vezes é simplesmente falta de recurso, de cultura, de oportunidade ou de imaginação. Para pessoas que se encontram nessa condição buscar um hobbie poderia ser a solução para muitos problemas.

Buscar um hobbie é uma questão de versatilidade, pois muitas vezes precisamos testar muitas coisas até descobrir uma que nos dê prazer e ao mesmo tempo seja útil. É por isso que a busca de um hobbie se caracteriza por desenvolver em princípio artes ou ofícios ou também desenvolver atividades que nos permitam integrar muitas outras.

A interdisciplinaridade e a transversalidade podem também ajudar muito para encontrar hobbies, mas uma questão fundamental é superar o preconceito da especialização. De início, digamos que ela não é natural ao ser humano, mas uma imposição de interesses de produtividade e não do trabalho. A especialização não surgiu da necessidade de melhorar as condições de trabalho, mas de melhorar as condições dos investimentos, portanto o natural é que um ser humano esteja em condições de fazer muitas coisas e tarefas variadas. É muito empolgante observar pessoas que sempre estão fazendo coisas e mais gratificante ainda quando as fazem com muita motivação. Nem sempre a curiosidade é ruim, muitas vezes ela, se bem direcionada, nos permite observar as coisas de diferentes ângulos de visão e compreensão, o que gera a oportunidade de encontrar algo que possamos fazer e que nos dê um retorno com esse tipo de satisfação.

Por outro lado, um hobbie não é só uma questão de satisfação, mas também de saúde e de realização. De saúde porque um hobbie nos mantém longe do estresse ou de psicosomatizações patológicas, e de realização porque num hobbie a gente se entrega por completo tendo assim condições de trazer à tona o nosso potencial. É interessante observar a surpresa de muitas pessoas quando, fazendo alguma coisa em que se aplicam com mais intensidade do que o comum, descobrem que são capazes de executar ações para as quais pensavam que estavam impossibilitados.

Aqui então existe um caminho a ser tomado com relação às nossas atividades, e o desenvolvimento de potencial, criatividade e crescimento. O importante é não ficar parado, perdendo iniciativa e oportunidades. Normalmente quem tem um hobbie é alguém especial e geralmente desperta interesse nos demais, o que já é uma pequena porta para a realização em qualquer aspecto humano. Também é necessário esclarecer que hobbie não é sinônimo de lazer, ou de atividades amadoras em qualquer área, mas um trabalho que exige aplicação, esforço, pesquisa e desenvolvimento com um alto grau de eficiência, não é estressante só porque é realizado de forma voluntária, consciente, com prazer e talvez o que é mais importante sem a neurose da busca do resultado.

Em síntese, hobbie é uma atividade à altura de qualquer profissão, com o mesmo padrão de qualidade de uma atividade vocacional, porém para benefício de nós mesmos, para além de qualquer questão circunstancial e compulsória, que dá retorno em termos de autonomia, autoconhecimento, beleza e realização.

Michel Echenique Isasa

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Aprendizado

Todo conhecimento desde a antiguidade foram passadas de vivos para vivos. Precisamos viver para aprender, aprender para viver. Os valores precisam ser vividos para existirem e serem repassados.

Natália Ramon

Anotação feita por mim da paletra sobre o Giordano Bruno ministrada pela Natália Ramon na Nova Acrópole Associação Cultural de Curitiba no evento VI Semana Mundial da Filosofia no dia 25 de Novembro de 2011.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Arte na luta do bem

Precisamos ser a flecha do Apolo na luta do bem. Essa flecha que é a Arte. Usá-la para contruir um mundo melhor. É preciso para isso muito amor, devoção, serviço e investigação. Muita responsabilidade e respeito à Arte. Esse foi o ensinamento mais marcante que tive com o Walter no 7° Encontro Nacional do Tristán.

domingo, 15 de agosto de 2010

domingo, 6 de junho de 2010

Verdadeiro amigo

Quem possui um verdadeiro amigo, enxerga nele um reflexo de sua própria alma. Como conseqüência desta semelhança moral entre ambos, os amigos são tão intimamente unos que não pode haver uma vantagem que não seja partilhada igualmente por ambos. São fortes na força, ricos na opulência e poderosos no mútuo poder. De fato, raras vezes podem ser considerá-los indivíduos separados, e onde quer que um apareça, o outro estará virtualmente presente. Ousarei uma afirmação ainda mais audaz e direi que, a despeito da morte, ambos continuarão existindo enquanto um deles permanecer com vida, pois podemos dizer que o falecido, de certa forma, vive sempre que sua memória se apresentar com reverência e com o mais terno lamento no peito daquele que sobrevivi, circunstância que faz feliz na morte ao primeiro e faz honrado na vida ao segundo.

Délia Steinberg Guzmán – Coleção Péloras de Sabedoria: A arte de cultivar a amizade, pág11

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Amor Platônico

“Segundo Platão, o Belo é igual ao Justo, ao Bom, ao Verdadeiro. O Amor busca-os porque necessita do Belo, do Justo, do Bom e do Verdadeiro, lançando-se atrás deles. Esse é o amor platônico: encontrar a parte da Alma que nos falta, numa pessoa que represente para nós o Bom, o Belo, o Verdadeiro e o Justo.
Desse ponto de vista, mudam muitos conceitos, incluindo aqueles sobre a geração, já que o Amor pode ter como finalidade a gestação, mas há distintos tipos de fecundidade. Não somente podem fecundar corpos novos como podem gerar outros inúmeros elementos: idéias, sentimentos, virtudes. Assim, esse amor que nos apresenta Platão, brilha, não como impossível ou como uma contradição do amor sexual, mas expõe um tesouro que está ao alcance das mãos, se nos atrevermos a buscá-lo.”

“…aquele que ama, enriquece, porque busca o que não tem e tenta recobrar aquilo que lhe falta…”

Délia Steinberg Guzmán (Coleção Pérolas de Sabedoria: Amor Platônico versus Amor Sexual)

O céu está mais lindo

“Os chineses acreditavam que quando um sábio morria, ele não morria, na verdade virava uma estrela. Passando a deixar o céu mais brilhante e belo.” 

terça-feira, 18 de maio de 2010

Entusiasmo

“En Theos”, “Theos en” “Deus em”, “Deus Dentro”, “Deus no homem”. Sentir Divindade dentro de nós, felicidade em saber algo além desta casca da matéria que nos envolve, orgulho de compreender além do tempo que nos limita.

Délia Steinberg Guzmán

Poder interno 1

“Os antigos filósofos (e alguns não tão antigos), que souberam buscar a harmonia entre as leis universais e as terrestres, apontaram caminhos interessantes para os homens de todos os tempos […] nos ensinaram a nos mover de dentro para fora, viver eternamente com esse motor, que é semelhante àquele que faz as estrelas e os mundos girarem.”

Délia Steinberg Guzmán

Diálogo

Diálogo = tese, antítese e síntese.

sexta-feira, 5 de março de 2010

... homem idealista tem de cumprir com seu destino...

"Do mesmo modo que nem o sol deixa de iluminar, nem o mar deixa de bater às costas, com a mesma inexorabilidade, e mais além das meras opiniões, o homem idealista tem de cumprir com seu destino, dando cabimento à voz de sua velha e profunda consciência antes que às mutáveis versões temporais." (DSG)

Presente recebido da Paty de junho de 2007 ;)

sábado, 9 de janeiro de 2010

Atenção - Délia Steinberg Guzmán

“Atenção é uma forma de é uma forma de prolongar a vida. Quanto mais atenção, quanto maior a quantidade de ações válidas, mais a vida se prolonga dentro dos mesmos prazos de tempo, já que cada instante adquire uma dimensão especial”. Délia Steinberg Guzmán

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

BELEZA

• Beleza no Físico é a Estética;
• Beleza no Prana é a Cortesia;
• Beleza no Astral é a Bondade e
• Beleza na Mente é a Sabedoria.

Anotação da aula na Nova Acrópole ministrada pelo Talal.

Yiuki

AUTOCONTROLE

• Domínio do Físico: Controle da rigidez
• Domínio do Prana: Controle da agitação
• Domínio do Astral: Controle da ansiedade
• Dominio do Kama-manas: Controle dos desejos

terça-feira, 28 de julho de 2009

PURIFICAÇÃO x ORDEM - Talal

Hoje na aula do professor entendi algumas coisas novas:

  • A purificação é a ordem mental.
  • A ordem no físico seria a organização do espaço, ambiente e do nosso próprio corpo.
  • O invisível propicia a ordem.
  • O étero físico fica na base, logo ele deve servir ao energético, astral, mente de desejos, mente pura, intuicional e a vontade. Por essa razão precisamos dominar, organizar e ordenar o espaço que vivemos, roupas que usamos, bens materiais e principalmente o nosso corpo físico em função da nossa vocação, estética e moral. No caminho da purificação e da elevação não podemos ser dominado pela matéria, mas ao mesmo tempo precisamos ter a consciência de que ela é uma dádiva oferecida a nós. Yiuki

terça-feira, 21 de julho de 2009

FLUXO DO PENSAMENTO

A mente possui duas características de análise inicial do mundo externo:

Mente Una x Dual

A forma como ordenamos essas informações no segundo instante altera a nossa percepção do mundo. Modificar com a própria vontade o percurso dessas sinapses é um exercício que possibilita maior consciência do mundo.

Fluxos

P.S. Às vezes precisamos colocar em suspensão a emoção para sentirmos leve, dessa forma conseguimos enxergar o todo.

sábado, 11 de julho de 2009

SOBRE O ÊXITO - Michel Echenique Isasa

Continuaremos tratando da Vocação, este tema já comentado nos artigos dos números anteriores da nossa revista Esfinge. Do ponto de vista da vocação, o êxito não é uma questão aleatória, o que pode ser demonstrado através de algumas premissas básicas:

1ª.) O êxito não depende de que tenhamos recebido inteligência ou dons especiais, também não depende de uma educação esmerada ou de uma posição social, de ter trabalhado duro, e menos ainda da sorte.

2ª.) A diferença entre êxito e fracasso não é tão grande quanto parece.

3ª.) O êxito é questão de compreender e praticar religiosamente certos hábitos específicos e simples, ditados pelo senso comum. E entender que para alcançá-lo devemos dar uma série de passos que paulatinamente nos conduzirão até ele.

Uma vida de êxito é a soma de muitos anos de êxito, os anos de êxito são a soma de meses de êxito, de semanas, de dias, de horas, enfim, de momentos de êxito. O que vale não é uma vitória ocasional, mas os pequenos triunfos consecutivos, o que em definitivo nos levará a desfrutar de uma vida de êxito.

Todos obtemos resultados, mas o importante é que sejam positivos.

Existem dez hábitos, muito fáceis, mas importantes, que necessariamente se devem adquirir e cultivar para alcançar êxito na vida:

1. O hábito da realidade: devemos aprender nos posicionar de acordo com aquilo que é e com aquilo somos, não com o que gostaríamos que fosse nem com o que gostaríamos ser.

2. O hábito da atitude mental positiva: devemos saber o que queremos e ter uma fé inquebrantável na vitória final. Para isso, devemos saber que existem quatro realidades básicas:

· Os problemas são parte da vida. Eles correspondem aos passos que devemos dar para desenvolver o nosso cominho, que nos permite triunfar.

· Lei de equilíbrio. Cada fracasso espalha as sementes de um triunfo equivalente. Tudo leva consigo seu contrário, que o equilibra e harmoniza.

· Lei das porcentagens. Para que apareça a compensação é só questão de tempo. Na acumulação de intentos está o segredo para finalmente chegar ao triunfo. Portanto, deve-se saber esperar, pois mais cedo ou mais tarde chegará o percentual de possibilidades que nos pertencem para conseguir o que procuramos.

· O poder da mente. Para triunfar, temos que nos imaginar triunfantes. Triunfante não é quem sempre vence, mas quem tem sempre mentalidade positiva. A mente é um paradigma expansivo, e quando a usamos de forma correta ela nos traz todas as ferramentas que colaboraram sem dúvida para encontrar as soluções dos problemas.

3. O hábito da perspectiva: é a capacidade para contemplar as coisas em seu relativo nível de importância, ou seja, ficar um pouco acima, olhar os problemas de uma certa distância. Este hábito inclui um método para resolução de conflitos:

· não fugir jamais de um problema;

· reconhecer o problema;

· aceitá-lo;

· integrá-lo a nossa vida;

· desenvolver uma tática para a solução;

· solucioná-lo de forma global.

4. O hábito de viver o presente: é a capacidade de ter objetivos imediatos, cotidianos. Temos de ser capazes de ver o conjunto da nossa vida, o que é importante, o que realmente queremos fazer, e ser capazes de trazê-lo ao nosso dia-a-dia.

5. O hábito de viver o que cremos: ser morais, coerentes entre o nosso comportamento e aquilo em que acreditamos. Ser capazes de sonhar e lutar para conquistar nossos sonhos.

6. O hábito de nos relacionar com os demais: o importante neste ponto é conseguir a cooperação de todos, e para isso existem regras:

· dar sempre mais do que esperamos receber;

· merecer o respeito dos demais sem procurá-lo;

· ser muito claros em nossas comunicações;

· não falar dos nossos problemas com os demais;

· cumprir todos os nossos compromissos

· agir com tato;

· reconhecer quem faz algo bom.

7. O hábito da simplicidade: de todos os caminhos que encontrarmos para solucionar um problema, devemos escolher o mais acessível, o mais simples de se fazer.

8. O hábito de procurar pessoas adequadas: é fundamental selecionar bem as pessoas com quem trabalhamos e não aceitar trabalhar com pessoas que tiram tempo, energia, paz ou dinheiro.

9. O hábito da autodisciplina: é a capacidade de nos concentrarmos na hora de fazer um trabalho, ou seja, não divagar nem ter em mente outros assuntos, ou o que faremos depois. Enfim, sermos em todo momento os donos de nós mesmos e controlar o nosso próprio destino.

10. O hábito da ação: deixei este hábito por último porque é o mais importante de todos. O conhecimento é inútil sem ação. Isso parece óbvio, porém estamos limitados por uma série de barreiras que dificultam agir e que nos freiam. Essas barreiras são basicamente:

· resistência a mudanças;

· tendência de esperar que aconteça alguma coisa que nos resolva o problema;

· sentirmo-nos abalados;

· esperar ter tudo na mão antes de começar qualquer empreendimento;

· a dúvida;

· a adversidade que não desejamos.

Finalmente, para alcançar o êxito, é importante nos convencermos de que deixar de agir constitui o maior de todos os perigos. Se não tomarmos a iniciativa, os acontecimentos controlar-nos-ão. Devemos escolher nossa forma de vida. Não podemos esquecer que a lei natural de equilíbrio diz que quanto mais tempo se trabalha para conseguir algo, maior significado representa a sua conquista, e que cada fracasso, num processo de eliminação, nos aproxima mais um passo do êxito.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

CULTURA

“…Cultura é a soma de todos os conhecimentos humanos aplicado à vida. Queremos uma cultura viva e a cultura só vive quando responde a uma raiz profunda.” DSG

terça-feira, 30 de junho de 2009

MORTE - Walter Gutdeutsch

“É necessário passsar pelas portas alquímicas da dor e da morte, transformando a morte em vida.” Walter Gutdeutsch

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