“Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.” Cora Coralina
segunda-feira, 30 de julho de 2012
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Teoria dos HUBs para poder usar nas políticas culturais.
HUB - (traduzido do Inglês, "pivô") ou concentrador é o processo pelo qual se transmite ou difunde determinada informação, tendo, como principal característica, que a mesma informação está sendo enviada para muitos receptores ao mesmo tempo (broadcast). Este termo é utilizado em rádio, telecomunicações e em informática. (Wikipédia 21/02/2014).
O Concentrador possui algumas características, uma delas é a tendência de se tornar mais forte, por vários fatores associativos. Por exemplo: Um orientador requisitado do curso da faculdade. Muitos podem não ter tanta afinidade, mas o fato dele ser popular aumenta a possibilidade do seus amigos irem atrás dele, logo como você busca estar perto dos seus amigos, você também terá tendência de aproximação ao orientador popular. Esse estudo pode ser associado inclusive a característica das grandes corporações comprarem as empresas menos fortes: cada vez mais é raro ver empresas familiares de médio porte, estes não sobrevivem no mercado. Nas guerras, a capacidade de identificar HUB de transporte, alimento, comunicação, etc. são cruciais. Na saúde se você pretende focar na campanha de DSTs, melhor focar nos HUBs, pode ser mais eficiente do que uma campanha aberta ao público em geral. Existem trabalhos de mestrados/doutorados que estudam os comportamento dos HUBs.
Num mundo complexo globalizado e capitalista onde o inimigo não possui um endereço fixo, precisamos criar um SISTEMA DE DEFESA complexo em REDE também. Nesse aspecto, compreender um pouco sobre a natureza da REDE DE CONEXÃO é primordial para a nossa sobrevivência.
Compartilho um vídeo onde aprendi muito sobre esse assunto.
SINCRONIZAÇÃO: A natureza deseja ordem (Prof. Tiago Pereira).http://video.if.usp.br/video/sincroniza%C3%A7%C3%A3o-natureza-deseja-ordem
Yiuki Doi, membro do Conselho Municipal de Cultura de Curitiba e do Fórum de dança de Curitiba.
P.S. Agradecimento ao físico Rodrigo Pereira Rocha que me apresentou esse vídeo.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Adolescência – por Mario Sergio Cortella
SEXTA, 08/06/2012
Adolescente está grávido de si mesmo
Ele dará à luz ele mesmo em outro momento. Alterações hormonais, dificuldades de humor, impasses no corpo e na mente e impaciência são algumas das características dessa fase.
OUVIR O COMENTÁRIO TODO: http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/mario-sergio-cortella/2012/06/08/ADOLESCENTE-ESTA-GRAVIDO-DE-SI-MESMO.htm
sábado, 26 de maio de 2012
Platonismo da vontade – Gaston Bachelard
“Como explimir melhor, no sentimento mesmo de um amor platônico, esse platonismo da vontade que dá ao ser àquilo que o ser quer, àquilo que é o futuro ser, depois de ter suprimido todos os seres do passado, todos o seres da reminiscência, todos os desejos sensuais em que se alimentava uma vontade schopenhaueriana, uma vontade animal!"
Gaston Bachelard (O ar e os sonhos, Editora Martins Fontes, 1ª Ed., p.146)
Árvore Nitzschiana – por Gaston Bachelard.
A árvore nitzschiana […] é um vinculo todo-poderoso do mal e do bem, da terra e do céu. “Quanto mais quer elevar-se rumo às alturas e à claridade, mais profundamente suas raízes se afundam na terra, nas trevas e no abismo – no mal.” (Zaratrustra, Da árvore sobre a montanha, 1ª ed., p.57). Não há bem evasivo, desabrochado, não há flor sem um trabalho da imundície da terra. O bem brota do mal.
Gaston Bachelard (O ar e os sonhos, Editora Martins Fontes, 1ª Ed., p.150)
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Imaginação x Moral – Gaston Bachelard.
Autor: Gaston Bachelard | Livro: O ar e os sonhos | capítulo: Os trabalhos de Robert Sesoille | Editora Martins Fontes | 1ª Ed. | P.112
“Os moralistas gostam de falar-nos da invenção em moral, como se a vida moral fosse obra da inteligência! Que nos falem antes do poder primitivo: a imaginação moral. É a imaginação que deve fornecer a linda das belas imagens ao longo da qual há de correr o esquema dinâmico que é o heroísmo. O exemplo constitui a própria causalidade moral. Porém, mais profundo ainda que os exemplos oferecidos pelos homens, é o exemplo fornecido pela natureza. A causa exemplar pode converter-se em causa substancial quando o ser humano se imagina de acordo com as forças do mundo. Quem tentar igualar sua vida à sua imaginação sentirá crescer em sí nobreza ao sonhar a substância que sobe, ao viver o elemento aéreo em sua ascensão.”
(Autor: Gaston Bachelard | Livro: O ar e os sonhos | capítulo: Os trabalhos de Robert Sesoille | Editora Martins Fontes | 1ª Ed. | P.112)
“O ser imaginante e o ser moral são muito mais solidários do que pensa a psicologia intelectualista, sempre pronta a considerar as imagens como alegorias. A imaginação, mais que a razão, é a força da unidade da alma humana. (Autor: Gaston Bachelard | Livro: O ar e os sonhos | capítulo: Nietzsche e o psiquismo ascensional | Editora Martins Fontes | 1ª Ed. | P.153)