• Beleza no Físico é a Estética;
• Beleza no Prana é a Cortesia;
• Beleza no Astral é a Bondade e
• Beleza na Mente é a Sabedoria.
Anotação da aula na Nova Acrópole ministrada pelo Talal.
Yiuki
• Beleza no Físico é a Estética;
• Beleza no Prana é a Cortesia;
• Beleza no Astral é a Bondade e
• Beleza na Mente é a Sabedoria.
Anotação da aula na Nova Acrópole ministrada pelo Talal.
Yiuki
• Domínio do Físico: Controle da rigidez
• Domínio do Prana: Controle da agitação
• Domínio do Astral: Controle da ansiedade
• Dominio do Kama-manas: Controle dos desejos
O cachorro senta na calçada e olha para trás. Inclino a cabeça e vejo um mendigo se aproximar. Agora os dois caminham juntos e desaparecem sem rastros na multidão.
Gaia já foi o nome da deusa que, na mitologia dos antigos povos
romanos, representava a Terra e se ligava à fertilidade, portanto, à
vida. A palavra, transformada em adjetivo e no decorrer da história das sociedades medievais, passaria a ter significados como “mundano” (no sentido de inserido no mundo), mas também “alegre”, “intensamente vivo”, “plenamente livre”. Um pouco de cada um desses sentidos aparece na incorporação do adjetivo “gaia” à palavra “ciência”, para designar a arte poética dos trovadores europeus da Idade Média Central (séculos XII a
XIV). A Gaia Ciência, portanto, é aqui entendida como a “alegre ciência” ou o “alegre saber” dos trovadores medievais, que é um saber inteiramente dedicado à capacidade de viver intensamente, ao envolvimento amoroso, à exaltação da natureza, à experiência da verdadeira liberdade e, sobretudo, à fina arte de tecer versos e fazer da própria vida individual, ela mesma, uma obra de arte.
A expressão encontra seus primeiros registros conhecidos no provençal, língua medieval falada ao sul da França e que seria precisamente o idioma da mais influente corrente de trovadores medievais (os trovadores provençais).2 Aqui, “gai saber” (“gaya scienza”) corresponde simultaneamente à habilidade técnica e ao espírito livre que seriam requeridos para a criação e escrita dessa nova poesia que estava nascendo com os trovadores medievais.3
José D’Assunção Barros (link para ao texto original)
Gaiato – s.m. Pessoa alegre, despreocupada, divertida, vadia. De gaio e sufixo diminutivo ato como lobato, lobinho; ver gaio.
Gaio – adj. Alegre, divertido, esperto, ladino. É também uma tonalidade de verde claro, que dá uma sensação de alegria. Fr. gai de um provável étimo frâncico *gahi, vivo, vivo, impetuoso, esperto.
Fonte: Dicionário Etimológico-Prosódico da Língua Portuguesa. Francisco da Silveira Bueno.
“ A pós modernidade representa o momento histórico preciso em que todos os freios institucionais que se opunham a emancipação individual se esboroam e desaparecem, dando lugar à manifestação dos desejos subjetivos, da realização individual, do amor- próprio. As grandes estruturas socializantes perdem a autoridade, as grandes ideologias já não estão mais em expansão, os projetos históricos não mobilizam mais, o âmbito social não é mais que o prolongamento do privado – instala-se a era do vazio, mas sem tragédia e sem apocalipse” (CHARLES, 2004 p.23)
Hoje na aula do professor entendi algumas coisas novas: