Espaço para desvanecer a cada instante. Aqui se encontram textos, imagens e gráficos de vários autores. Sempre precisei colecionar o que eu chamo de figurinhas mágicas. São cartas que abrem novos horizontes e paisagens. Então, boa viagem ;)

quinta-feira, 1 de março de 2012

Prá além do choro

Queridos "Mamães e Simpatizantes",
Compartilho de infos que passei para uma mamãe que pediu uma ajudinha sobre sua pequena que estava numas de arquear o corpo pra tráz + bater o pé + dar tapas.

beijos repletos de ferramentas diante das frustrações da vida,

Patricia Muller

 


Pois é, para mostrar insatisfação, agora a criança tem mais ferramentas que chorar/berrar. Rsrsrs
De início, costuma resolver se você conseguir entender o que irrita a criança, pra ela se manifestar assim  e antes de acontecer novamente, acolha a criança pra perto de você, diga algo como: " olha eu sei que quando acontece isso, você não gosta, mas procure manter-se calma, a mamãe está aqui com você" e se perceber que a criança te escuta, continue dizendo "vamos encontrar uma maneira de juntos resolver isso".

É importante fazer uma leitura/acompanhamento da criança e intervir antes, por que depois, não conseguerimos resultado nenhum, nas terras do Sr. Descontrole.

Assim, se perceber que a criança está "mergulhando" na irritação, mas ainda no comecinho do "mergulho", retire ela do ambiente, acolhendo a pra perto de você, do seu corpo. Mesmo se estiver nevando, enrole a criança numa coberta e pronto. Os ambientes externos são ótimos pra tirar a criança deste espiral de descontrole. Não me pergunte porque. Só sei que super funciona. Agradeço à Tracy Hogg (autora do livro A Encantadora de Bebês Resolve Todos os Seus Problemas) por isso.

Se a coisa seguir sem sucesso, compartilho o que aprendi com a excelente professora da Giordano Bruno, Andrea Assumpção , quando meu pequeno estava numas de me bater no rosto no auge de seus 2 aninhos.

A instrução é simplicidade:

  1. Segure a mãozinha da criança antes de encostar em você.
  2. Olhe bem nos olhos da criança, de maneira séria (não é hora pra simpatias nem sorrizinhos pois você aplicará o que chamo de " NÃO verdadeiro")
  3. Diga uma única fraze curta e direta (e não a fique repetindo como um mantra, diga uma vez só) como por exemplo:  " Não, eu não quero que você faça isso!"
  4. Não agrade a criança na sequencia. Permita, que em silêncio, que ela sinta o reflexo do acontecimento em todo o seu ser.
  5. Não fique zangada com a criança. Ela está aprendendo e cabe a você fornecer ferramentas pra isso.
  6. Repita todo este procedimento até a criança mudar sua postura diante das frustações.

Patricia Muller

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