Espaço para desvanecer a cada instante. Aqui se encontram textos, imagens e gráficos de vários autores. Sempre precisei colecionar o que eu chamo de figurinhas mágicas. São cartas que abrem novos horizontes e paisagens. Então, boa viagem ;)

terça-feira, 29 de junho de 2010

A Lua me segue

Quando criança achava que a Lua me seguia. Às vezes corria para escapar dela. Outra hora, eu mudava de direção fazendo um Oleeee e achava engraçado, pois ela não desistia de mim. Com o tempo tinha esquecido disso... No sábado passado, andando sob a lua cheia, recordei que ela me segue até hoje. Yiuki

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Vocação

Aprendi ontem com a Mika Utsunomiya que a vocação é aquilo que está presente independente do nosso estado e por isso o desempenho e a qualidade não oscila no nosso quotidiano, muito pelo contrário, a vocação alimenta por si o nosso ciclo de energia permitindo aprender coisas além da própria vocação.

Yiuki

sexta-feira, 18 de junho de 2010

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Viva cada instante!

Adorei o joke enviado pelo meu amigo Clodoaldo, deixo postado aqui ;)

“Viva cada minuto como se fosse o último, uma hora você acerta!”

1° Princípio físico do Nei-kun

“Descondicionando o corpo, mantendo independente e natural a respiração, passificada as emoções, vazia a mente. Complenderás que arte do poder interno é a arte de viver.”

domingo, 6 de junho de 2010

Verdadeiro amigo

Quem possui um verdadeiro amigo, enxerga nele um reflexo de sua própria alma. Como conseqüência desta semelhança moral entre ambos, os amigos são tão intimamente unos que não pode haver uma vantagem que não seja partilhada igualmente por ambos. São fortes na força, ricos na opulência e poderosos no mútuo poder. De fato, raras vezes podem ser considerá-los indivíduos separados, e onde quer que um apareça, o outro estará virtualmente presente. Ousarei uma afirmação ainda mais audaz e direi que, a despeito da morte, ambos continuarão existindo enquanto um deles permanecer com vida, pois podemos dizer que o falecido, de certa forma, vive sempre que sua memória se apresentar com reverência e com o mais terno lamento no peito daquele que sobrevivi, circunstância que faz feliz na morte ao primeiro e faz honrado na vida ao segundo.

Délia Steinberg Guzmán – Coleção Péloras de Sabedoria: A arte de cultivar a amizade, pág11

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Canto das palmeiras

Hoje descobri que as folhas da palmeira junto ao vento possui um canto especial. Yiuki

Infância - Antoine Saint-Exupéry

“Lembro dos brinquedos de minha infância, do parque sombrio e dourado que havíamos povoado de deuses, do reino sem limites que fundamos naquele quilometro quadrado nunca inteiramente conhecido, inteiramente revolvido. Formávamos uma civilização fechada onde os passos tinham gosto, onde as coisas tinham um sentido que não existia em nenhuma outra. Quando nos fazemos homens e vivemos sob outras leis, que resta daquele parque cheio de sombras da infância, cheio de magia, ardente e gelada! Hoje, quando voltamos ali, caminhamos com uma espécie de desespero, pelo lado de fora, ao longo de seu pequeno muro de pedras cinzenta, admirados de achar fechada em um recinto tão estreito uma província que era nós o infinito, e compreendendo que nesse infinito não entraremos nunca mais. Porque é a infância, e não ao parque, que seria preciso regressar.”

(Página 87, Terra dos Homens – Antoine Saint-Exupéry)

Só o Espírito, soprando sobre a argila, pode criar o Homem - Antoine Saint-Exupéry”

“Havia nascido daquele casal uma espécie de fruto dourado. Daqueles pesados animais havia nascido um prodígio de graça e encanto. Inclinei-me sobre a fronte lisa, a pequena boca ingênua. E disse comigo mesmo: eis a face de um músico, eis Mozart criança, eis uma bela promessa da vida. Não são diferentes dele os belos príncipes das lendas. Protegido, educado, cultivado, que não seria ele? Quando, por mutação, nasce nos jardins uma rosa nova, os jardineiros se alvoroçam. A rosa é isolada, é cultivada, é favorecida. Mas não há jardineiros para os homens. Mozart criança irá para a estranha máquina de entortar homens. Mozart fará suas alegrias mais altas da música podre na sujeira dos cafés-concertos. Mozart está condenado.

Voltei par ao meu carro. E pensava: essa gente quase não sofre do seu destino. E o que me atormenta aqui não é a caridade. Não se trata de gente se comover sobre uma ferida eternamente aberta. Os que a levam não a sentem. É alguma coisa a espécie humana, e não o indivíduo, que está ferida, que está lesada. Não creio na piedade. O que me atormenta é o ponto de vista do jardineiro. O que me atormenta não é essa miséria na qual, afinal de contas, a gente se acomoda, como no ócio. Gerações de orientais vivem na sujeira e gostam de viver assim.

O que me atormentam, as sopas populares não remedeiam. O que me atormenta não são essas faces escavadas nem essas feiúras. É Mozart assassinado, um pouco, em cada um desses homens.

Só o Espírito, soprando sobre a argila, pode criar o Homem.”

(Página 140, Terra dos Homens – Antoine Saint-Exupéry)

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Nossa alma vibra em acordes

Ontem tive uma visão clara de uma descoberta. A nossa alma vibra e existem almas que entram em acordes conosco. Sinto isso com várias pessoas, mas muitas vezes percebo que existem descompasso dos propósitos de vida e por isso não posso curtir algumas ótimas sonoridades. Apesar disso, somos agraciado, pois simplesmente sei que esse som existe verdadeiramente com tais pessoas independente de ser plasmado no mundo físico e concreto. Não importa o tempo, vidas passadas e futuras vidas, todas as almas que buscam a mesma evolução se comunicam e ressoam mutuamente.”  Yiuki Doi

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