Espaço para desvanecer a cada instante. Aqui se encontram textos, imagens e gráficos de vários autores. Sempre precisei colecionar o que eu chamo de figurinhas mágicas. São cartas que abrem novos horizontes e paisagens. Então, boa viagem ;)

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

BOOOOHHHNNNMMM: O barato do corpo

Adoro quando o corpo se expande, vibra e faz um Booohhhhnnnmmmmm depois de dançar. As células, os fios de cabelos e os meus órgãos internos entram numa freqüência e ficam atentos e perceptivos. Sinto um estado de ressonância que é diferente de um corpo serelepe. Nesse momento parece que todas minhas partes querem dançar com o vazio e o silêncio que existem entre elas. É como se fosse um Pas de Deux com o Divino.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

PERDOANDO A SEUS PAIS - Osho

Algo que aprendi com o Osho e observando a vida. Independente de tudo, enquanto não fazemos as pazes com nossos pais estaremos longe de conhecer a paz de espírito. Sem essa serenidade não conseguiremos viver plenamente as possibilidades que a vida nos aguarda com as demais pessoas. Deixo aqui o texto do Osho que me fez entender melhor isso. Yiuki

PERDOANDO A SEUS PAIS
Perdoar aos pais é uma das coisas mais difíceis, porque eles o geraram. Como você pode perdoar-lhes?
A menos que você comece a amar a si mesmo, a menos que chegue a um estado no qual você fique impressionado com o seu ser, como poderá agradecer a seus pais? Isso é impossível. Você ficará com raiva; eles o geraram e nem mesmo lhe pediram permissão primeiro. Eles criaram essa pessoa horrorosa. Por que você deveria sofrer por eles terem decidido dar à luz uma criança? Você não participou da decisão. Por que você foi arrastado para o mundo? Daí o rancor.
Se você chegar a um ponto em que possa amar a si mesmo, em que fique realmente extasiado por existir, em que sua gratidão não conheça limite, subitamente surgirá um grande amor surgindo para com seus pais. Eles foram as portas para você entrar na existência. Sem eles, esse êxtase não teria sido possível – eles o tornaram possível.
Se você puder celebrar o seu ser – e este é todo o propósito do meu trabalho: ajudá-lo a celebrar o seu ser -, subitamente poderá sentir gratidão a seus pais, pela compaixão e amor deles. Você poderá não só sentir grato, mas também perdoar-lhes.

Osho

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Não basta ser honesto na vida…

Compreendi que nem sempre basta ser honesto na vida, pois muitas vezes isto baseia na troca de valores. Precisamos ultrapassar esse ponto e nos doar em tudo que fazemos. Creio que viver pode ser mais simples, pois existem coisas que não se perdem, não são usurpadas ou arruinadas; elas simplesmente nascem dentro de nós o quanto permitirmos. Quando conscientizarmos disso a generosidade e a graça se manifestarão naturalmente. Yiuki

PS1: Sentimento, intuição, fé, vontade, humor, inspiração e imaginação também usam essa lei espiritual, o uso delas simplesmente iluminam o nosso olhar e aquecem o nosso coração.



PS2: Quem faz por troca depende do externo. Quem entende que os valores mais plenos nascem dentro da gente possui a fonte ilimitado da vida.

Centro - William James

"As ondas turbulentas das superfície agitada deixam imperturbáveis as partes profundas do oceano - e, àquele que firma em realidades mais vastas e permanentes, as vicissitudes do momento, do seu destino pessoal, parecem coisas relativamente insignificantes." William James

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Olhar – Sergio Fingermman

Me ensinaram a olhar.
Olhar para alguma coisa e ter a
Sensação de que
O olhar circunscreve algo,
Como faz o círculo,
Onde cada coisas vista, real, fica presa.
Por muito tempo, de diversas
Formas,
Persegui esse real,
Procurando, numa espécie de
Justeza para com as coisas,
Dar testemunho do que me acontecia.
É preciso para isto muita atenção,
Persistência, rigor.
É preciso ver diferentemente do
Que se vê.
Ver o que é anterior à vontade.
Enxergar no visível sinais invisíveis.
Ver o que está em estado puro.
Ver o ver.

Poesia anotado na exposição “Elogio ao Silêncio – e outras fábulas” do Sergio Fingermann no MON, dia 01/11/2009. Yiuki

Site oficial: http://www.sergiofingermann.com.br/

Silêncio – Sérgio Fingermman

Se nos calarmos, outros ruídos começam.
Às vezes, eu me calo, pois as palavras nos
Tornam surdos de cegos.
Eu me dou conta de que a cada ano tenho
Falado mais baixo, mais lentamente.
As pausas tem sido mais longas entre as
Palavras, as frases, as silabas.
O silêncio dá significado às palavras, às imagens.
Foi sempre assim?
Como isso se passava em outros tempos?
Desde quando o tempo fez-se espaço?
O silêncio faz um lugar?
Que escadas, que andaimes constroem o silêncio?
Onde o silêncio principia?
Onde ele começa é claro ou escuro?
É no silêncio que se ouvem as vozes dos deuses?
Que lugar faz o silêncio?

Poesia anotado na exposição “Elogio ao Silêncio – e outras fábulas” do Sergio Fingermann no MON, dia 01/11/2009. Yiuki

Site oficial: http://www.sergiofingermann.com.br/

domingo, 1 de novembro de 2009

Silêncio - Sergio Fingermman

Há chamados do silêncio.
Há sentimentos que vem de lá
Ou, então, são feitos ali.
No silêncio pensamos sem palavras.

Sergio Fingermann

Poesia anotado na exposição “Elogio ao Silêncio – e outras fábulas” do Sergio Fingermann no MON, dia 01/11/2009. Yiuki

Site oficial: http://www.sergiofingermann.com.br/

Saudades

“ Às vezes, sinto saudades das coisas antes que elas acabem, e, nesses momentos, sempre penso que essa saudade é, na verdade, o desejo de manter esse momento que passa [tão rápido!] dentro de mim, quando ele já não pode mais existir fora de mim...” Camila Amatti

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